Blog da UNQ

O que é Demurrage?

Demurrage é a indenização cobrada pelo armador/transportador pela utilização/posse do container por um tempo superior ao acordado.

O que é free time e em qual momento é negociado?

O free time ou o tempo livre é o tempo que o armador concede ao importador para a utilização do container sem a cobrança de demurrage.

Por padrão, o free time concedido pelo armador é de 7 dias, porém este período pode ser maior ser negociado antes do fechamento do frete internacional, pois, uma vez dado o aceite para o embarque, passa a valer o free time que foi negociada entre o exportador ou agente de carga com o armador.

O free time pode ser maior ou menor dependendo do país de origem, tipo de mercadoria e container, por isso, quanto mais informações sobre a carga, principalmente carga IMO, melhor poderá ser a negociação com o armador.

Como evitar ou cessar a cobrança da demurrage?

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Feiras e eventos no Agronegócio | Apex Brasil 2019

O Brasil é um dos principais produtores e fornecedores mundiais de alimentos, fibras e agroenergia, e exporta seus produtos para mais de 150 países do globo. As projeções mais recentes publicadas no Agricultural Outlook pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) estimam que, nos próximos dez anos, a produção brasileira de vários produtos agrícolas e pecuários crescerá a taxas muito acima da média mundial.

Para posicionar o Brasil como um grande parceiro do Agronegócio mundial e impulsionar os negócios de empresas brasileiras, a Apex Brasil selecionou 13 feiras internacionais e 4 missões empresariais em 10 mercados estratégicos. Confira no mapa a seguir:

Mapa de ações estratégicas para alimentos e bebidas em 2019

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Coluna “Express” por Joice Quadros na Revista “O Mundo dos Negócios” – Ed.10

Desafios do novo governo

Maior abertura do Brasil ao comércio internacional é uma das principais propostas do presidente eleito Jair Bolsonaro nessa área. Entre as propostas, a redução de tarifas de importação para gerar “choque tecnológico” no país, ao lado da priorização de acordos bilaterais com outras nações.

Abertura gradativa

Há conflito de opiniões nessa proposta. Para o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, há o temor de uma retirada sem planejamento das tarifas de importações, prejudicando a indústria nacional. Pondera que derrubar tarifas de forma unilateral enquanto se discutem acordos bilaterais enfraquece a argumentação brasileira nas mesas de negociação.

Custo Brasil

Carga tributária elevada, burocracia e logística deficiente estão entre as principais causas que elevam o custo Brasil e derrubam os índices de competitividade da indústria nacional frente a outros países mais avançados. Não há, portanto, na avaliação da indústria, como derrubar as tarifas de importação enquanto essas deficiências não forem corrigidas.

Superministério

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Operações Back to Back: uma alternativa para seu negócio.

O comércio exterior, mesmo com a movimentação de bilhões de dólares por ano, ainda é cercado de muitos medos. Para quem não está habituado, alguns fatores como legislação complexa dificultam uma tomada de decisão assertiva, e, portanto, tornam-se motivo de insegurança para as empresas que desejam ingressar no comércio exterior. Um exemplo prático são as operações Back to Back, que ainda não são tão exploradas no Brasil.

As operações Back to Back são triangulares e simultâneas, que consistem em movimentar cargas de um ponto a outro, sendo a negociação realizada por uma empresa localizada em um terceiro país visando otimizar a cadeia logística e aumentar a competitividade. Vamos a um exemplo: A empresa sediada no Brasil adquire produto no exterior para revendê-lo também no exterior, sem que o produto negociado ingresse ou saia do Brasil. A entrega da mercadoria ao comprador final é feita pelo próprio vendedor estrangeiro, por determinação da empresa brasileira. Vale a pena ressaltar que esta negociação nem sempre envolve três países, podem existir situações em que o fornecedor e o comprador final estão no mesmo país.

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O Banco Central do Brasil define as operações Back to Back como: “Aquelas em que a compra e a venda dos produtos ocorrem sem que esses produtos efetivamente ingressem ou saiam do Brasil. O produto é comprado de um país no exterior e vendido a um terceiro país, sem o trânsito da mercadoria em território brasileiro. ”

Trata-se, portanto, de uma operacionalização com fim essencialmente cambial. Ainda de acordo com o glossário do Banco Central temos que: “As operações de câmbio relativas ao pagamento e ao recebimento dos recursos decorrentes dessas transações são realizadas diretamente com instituições autorizadas pelo Banco Central a operar no mercado de câmbio, observados os aspectos de legalidade e legitimidade aplicáveis a todas as operações de câmbio. ”

E como funciona na prática?

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O Mundo dos Negócios 3.0

Ufa! É hora de passar a régua em mais um ano e recapitular os acontecimentos na crítica do bom e do ruim. Afinal, foi um ano com desafios além da conta. Um período com temperos de incertezas no início, aromas de dificuldades durante todo tempo e sabores de perspectivas no fim. Afinal, começamos com uma insegurança econômica e política acima da média. Uma incerteza de demanda e um excesso de cautela que nos limitou a investir, correr riscos maiores. Mas terminamos com uma expectativa intensa de mudanças, um otimismo que estimula o desenvolvimento de novos e maiores negócios.

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Aqui, em O Mundo dos Negócios, sempre trabalhamos para proporcionar soluções que superassem qualquer medo. Fornecessem informações que permitissem encontrar novos caminhos e motivassem o crescimento de negócios através das oportunidades no mundo. Os parceiros creditaram na seriedade e no profissionalismo a confiança de participar deste projeto que só visa o bem. Os leitores nos agraciaram com feedbacks muito positivos vindos de todo o país e nos forneceram críticas construtivas que nos fizeram melhorar.

Por isso, para o próximo ano, voltaremos com planos mais ousados, já que esta estrutura de parceiros e leitores nos permitem dar um passo a mais. Manteremos o objetivo principal de informar e gerar ideias, claro, mas agregaremos em alcance, em diversidade e em amplitude. O Mundo dos Negócios é bem maior do que imaginamos. E esta descoberta é ainda melhor juntos.

Por ora, curtamos esta edição com uma boa leitura.
See you next year!