Blog da UNQ

Maioria das indústrias prevê ampliação das exportações em 2016

Maioria das indústrias prevê ampliação das exportações em 2016

Pesquisa foi desenvolvida com empresários pela CNI

CNI - Entrevista - Exemplo

A indústria brasileira aposta nas vendas externas para compensar a queda do mercado interno.  Segundo uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Industria (CNI), 57% das indústrias que exportaram no último ano pretendem elevar as vendas externas nos próximos 12 meses.

A enquete realizada pela CNI entrevistou quase 2.350 empresas de 28 setores da indústria de transformação e extrativista. Das empresas que pretendem exportar 42% acreditam que as exportações vão aumentar a participação em seu faturamento bruto, 45% esperam estabilidade e 12% queda. Segundo 53% dos entrevistados, a principal ação para aumentar ou iniciar as exportações é buscar novos mercados.

 

Ainda de acordo com a pesquisa, os setores mais dispostos a aumentar as exportações são de máquinas e equipamentos (83% do total de empresas que foram entrevistadas), têxtil (74%) e minerais não metálicos (73%). Das empresas que não exportam 13% pretendem passar a exportar e 14% realizam ações de promoção com esse objetivo.

Para o diretor da UNQ Import Export, o câmbio tem beneficiado os exportadores. “A pesquisa da CNI ratifica o posicionamento de muitos empreendedores depois da valorização do dólar frente ao real. E esse reflexo transforma-se em vendas externas em diferentes setores. Já desenvolvemos planejamentos para que os resultados possam ser ainda mais positivos aos nossos clientes”, finaliza Renato Barata Gomes.

Fonte: Confederação Nacional da Indústria (CNI)

Nova especialização traz informações sobre Comércio Exterior para sul de SC

Nova especialização traz informações sobre Comércio Exterior para sul de SC

Pós-graduação é promovida pela Faculdade Satc em parceria com FGV

Satc - Pós Comércio Exterior

Numa parceria entre a Faculdade Satc e a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a região sul de Santa Catarina recebe a partir de 2016 uma nova especialização em Comércio Exterior. O curso da Satc, sediada em Criciúma, visa formar analistas em Comércio Exterior, além de outras sete áreas entre Gestão e Gerenciamento de Projetos.

Para o Coordenador de Pós-Graduação da Satc, a ideia é atender profissionais em diferentes âmbitos na carreira de Comércio Exterior. “A nossa intenção é ofertar cursos para todo tipo de profissional, desde os que estão com pouca experiência no mercado, até para os que buscam uma melhor qualificação e posicionamento na carreira”, ratifica Henrique Vargas.

De acordo com o diretor da UNQ, a carência de especializações específicas sobre importação e exportação vai ser suprida na região. “Temos cursos de graduação bem estruturados no sul de Santa Catarina. Mas esta pós vem agregar conhecimento, atualizar leis e regulamentações para quem já opera nos trâmites do Comércio Exterior”, opina Marcelo Raupp.

 

Especialistas analisam futuro do Comércio Exterior para 2016

Especialistas analisam futuro do Comércio Exterior para 2016

Ministro e diretores de tradings apontam as vantagens em exportar com a alta do dólar

Exportação Exemplo 2

Mesmo com a variação cambial e as perdas de 50% em um ano da moeda brasileira, que passa US$ 1,00 a R$ 4,00, além da recessão econômica, os especialistas afirmam que há perspectivas positivas no mercado de Comércio Exterior. Após a Cúpula do Mercosul, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, prevê bons horizontes para o próximo ano em relação ao Brasil.

De acordo com Monteiro, apesar do mau humor do mercado com o novo Ministro da Fazenda, há projeções positivas. “Todas as expectativas indicam que a inflação irá cair, ela deve terminar em 11% e vai cair para 6% ou 6,5% , mas vai ceder. Quando cair, poderemos baixar as taxa de juros e isso trará um efeito positivo na economia. O pior momento de commodities passou. Antevejo uma possibilidade de recuperação de commodities agrícolas, vamos ter uma recuperação na economia já no segundo semestre do próximo ano”, afirmou.

O setor externo é beneficiado pela alta do dólar, afirmou também durante a Cúpula o Ministro. “Tivemos um déficit de US$ 4 bilhões de dólares no ano passado e vamos ter este ano um superávit de US$ 17 bilhões. Então já estamos vendo um aumento de volume exportado”, resume.

Exportação em alta

O dólar em alta vai beneficiar inclusive para companhias de pequeno porte, segundo especialistas do mercado. “O ano de 2016 vai se revelar em uma excelente oportunidade inclusive para as micros e pequenas empresas. A participação na exportação só cresce e já representam mais de R$ 2 bilhões em negócios. Por tudo isso consideramos como um período promissor para quem deseja vender em diferentes mercados do exterior”, pondera Marcelo Raupp, diretor da UNQ Import Export.

Importações estáveis

Por outro lado, o Brasil depende muito em diferentes setores da importação. Por isso, na análise do diretor da UNQ Import Export, Renato Barata Gomes, o ano de 2016 também será de negócios gerados neste âmbito. “Mesmo com a alta do dólar e o aumento cambial, esses fatores não inviabilizam as importações. Hoje atuamos com muitas ferramentas para reduzir custos e minimizar o impacto cambial”, conclui Gomes.

Importação de matéria-prima argentina melhora processo produtivo de indústria

Importação de matéria-prima argentina melhora processo produtivo de indústria

Eliane Revestimentos Cerâmicos eleva qualidade no desenvolvimento de porcelanato

Eliane - Porcelanato - Ambiente

Ambiente projetado com porcelanato Eliane

A Declaração de Iguaçu, ratificada pelos presidentes Sarney e Alfonsín no dia 30 de novembro de 1985, constitui um marco no processo de aproximação e de construção da Amizade entre Brasil e Argentina. Este acontecimento confirmou a importância do Mercosul nas relações comerciais e o desenvolvimento da economia de ambos os países. A parceria se estende até hoje e muitas empresas brasileiras exportam ou importam mercadorias portenhas.
Relembrando a data que se aproxima, a UNQ Import Export auxilia nos benefícios para uma indústria de revestimentos cerâmicos com sede em Cocal do Sul. A Eliane usufrui de aspectos positivos a partir da importação de uma matéria-prima bem específica que só é encontrada em solo argentino. “Precisávamos alcançar um padrão de qualidade superior no porcelanato produzido aqui. Este insumo portenho possibilitou um porcelanato com características técnicas ainda melhores aos nossos clientes”, pondera o Coordenador de Suprimentos da Eliane, Márcio Margotti.

Eliane - Porcelanato 2

Sala de estar e living com porcelanato

De acordo com o diretor da UNQ Import Export, a parceria com a Eliane proporciona vantagens às duas partes “Os assessores de comércio exterior participam de forma constante na importação de insumos como neste caso da Argentina. Além dos benefícios que a própria legislação permite, há sempre a troca de conhecimentos e experiências para o aprimoramento dos processos”, resume Marcelo Raupp.

Para o adquirente, a terceirização dos serviços foi relevante para o cumprimento dos prazos. “A nossa relação é mais do que profissional, mas pessoal. Neste mês precisávamos de uma mercadoria na segunda e foi solicitada apenas na sexta à tarde. Os profissionais da UNQ trabalharam fora do horário de expediente para atingir êxito nos trâmites burocráticos. Todo o processo ganhou em eficiência, rapidez e segurança”, garante Margotti.