Blog da UNQ

De cabelo em pé…

Coluna da ultima quarta-feira (19) na editoria de Economia, com o sócio-diretor da UNQ, Renato Barata Gomes.

coluna 19.05

De cabelo em pé…
Ano passado um cliente me ligopu dizendo que tinha comprado no Aliexpress, cinco quilos de cabelo natural com intuito de comprar perucas. Informara que o produto havia sido comprado em seu nome, pessoa física, que a compra já estava a caminho e que gostaria de contratar nossos serviços para nacionalização da mercadoria. E aí começaram as surpresas que o deixaram de cabelo em pé…

 
Importação através de pessoa física para fins comerciais. Pode?
O primeiro aspecto a se destacar é que pessoa física não pode importar prutos para fins comerciais. Este cliente deveria ter feito a importação através de pessoa jurídica devidamente habilitada a importar.

 
Classificação fiscal é o DNA do seu produto
Todos os produtos importados ou exportados, tem legislação e tributação específicas. Com intuito de padronizar a forma de análise destes aspectos tão importantes, os governos utilizam uma codificação internacional padronizada, que objetiva facilitar a analise das formas de comercialização de produtos.O Brasil utiliza o NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) como padrão de classificação fiscal dos produtos. O primeiro passo, com intuito de auxiliar nosso cliente, foi a pesquisa no NCM adequado para cabelo natural.

 

 

Estudar a legislação dos produtos ajuda na prevenção de cabelos brancos
Conhecenco o NCM de cabelo natural, foi possivel estudar o tratamento administrativo do mesmo, permitindo que conhecêssemos três aspéctos fundamentais no comércio exterior: os tributos incidentes nas operações internacionais, as barreiras comerciais e os órgãos que fiscalizam a comercialização dos produtos.

 
Cabelo natural precisa de homologação na ANVISA, e agora?
Através da analise de do tratamento administrativo, detectamos que o produto precisava ser registrado na ANVISA. Normalmente, registros de produtos nesse órgão têm custo elevado, o que encareceria muito a compra de cinco quilos de cabelo. Além disso, era necessária uma licença prévia antes de o produto ser embarcado. Como a mercadoria já estava em trânsito, o cliente teria pagar uma multa por não ter obtido essa licença pré-embarque. Conclusão: o cliente acabou tendo que deixar a carga no aeroporto, arcando com o prejuízo pela compra do produto e custo de frete internacional.

 
E quais outros órgãos fiscalizadores nas importações e exportações?
Além da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), outros órgãos anuentes importantes são: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Departamento de Operações de Comércio Exterior (DECEX), Inmetro, Exército, Polícia Federal e IBAMA.

 
Nosso cliente tomou a decisão correta ao contatar-nos. O único equívoco foi ter feito a consulta após produto já ter embarcado. Se tivesse feito a ligação antes da aquisição, poderíamos tê-lo auxiliado com informações técnicas que o ajudariam a tomar a decisão correta, eliminando o prejuízo em sua compra internacional

Burocracia e regras dificultam exportações brasileiras

Burocracia e regras dificultam exportações brasileiras

Medidas governamentais podem beneficiar processo

Exportação - Burocracia

A burocracia e a constante mudança de regras no Brasil dificultam as exportações. Um levantamento mostrou que 70% das empresas não conseguem perceber isso. O processo todo leva 15 dias, em média. Isso se o exportador tiver bom despachante ou um departamento especializado em comércio exterior.

Também é preciso correr com o registro de exportação, nota fiscal e fatura internacional fora outros cinco documentos exigidos por alguns países como certificados e origem e qualidade. E a empresa só consegue despachar as mercadorias depois que a Receita checar toda a papelada, no terminal de embarque.

Em junho de 2015 o Governo Federal anunciou o Plano Nacional de Exportação que tem por objetivo estimular, facilitar e aumentar as vendas externas através de cinco pilares. A desburocratização dos processos é um deles.

Regras mais simples e claras, é tudo o que querem as 23,5 mil empresas brasileiras exportadoras para ocupar mais espaço no mercado global. “Apesar da burocracia e a constante mudança na legislação, o empresário que atua com Comércio Exterior, quando bem assessorado, consegue ultrapassar as barreiras, diminuir tarifas e importar ou exportar em menor tempo”, garante Marcelo Raupp, diretor da UNQ Import Export.

Fonte: Jornal da Globo

Equipe patrocinada pela UNQ se garante em nova fase da Liga Feminina de Futebol Sub-20

Futebol Feminino - Dia 16.05

Equipe patrocinada pela UNQ se garante em nova fase da Liga Feminina de Futebol Sub-20

O time da Fundação Municipal de Esportes (FME) de Criciúma/Satc/Esucri/Criciúma Esporte Clube e patrocinado pela UNQ Import Export está classificado para a próxima fase da Liga Feminina de Futebol Sub-20. A definição ocorreu após a vitória sobre o Duda/Canoas (RS), por 3 a 2, neste domingo (16), na Arena Vermelha, em Curitiba

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O resultado deixou a equipe entre os dois melhores terceiros colocados da competição, com nove pontos em seis jogos. O Foz/Cataratas (PR) terminou em primeiro do Grupo 2, com 10 pontos, seguido pelo Coritiba (PR), também com 10. O Duda/Canoas está eliminado, com apenas dois pontos conquistados.
As três equipes aguardam agora o resultado do Grupo 3, com as equipes da Região Sudeste, para conhecerem os próximos adversários nos quadrangulares da segunda fase do torneio. Até o momento estão classificados: Iranduba (AM), Aliança (GO), Foz/Cataratas (PR), Coritiba (PR) e Criciúma (SC). “Já sabíamos do potencial das meninas e elas só têm mostrado que o investimento está valendo muito a pena. Que venha a próxima fase e, com certeza, mais vitórias para a nossa cidade”, afirma o presidente da FME Criciúma, Renato Valvassori.

O jogo
Sem chances de classificação, o Duda/Canoas entrou em campo disposto a não deixar o Criciúma passar de fase. Já para o time catarinense, a vitória era o único resultado, ainda mais após a vitória do Foz (PR) sobre o Coritiba (PR) na abertura da rodada.

E o equilíbrio ficou nítido nos primeiros 45 minutos. Mesmo eliminado, o time gaúcho mostrava que poderia jogar de igual para igual com qualquer equipe do torneio e a partida foi para o intervalo sem gols.

Diferente da primeira etapa, o segundo tempo começou agitado e o Criciúma abriu o marcador logo no primeiro minuto, com Samantha. Melhor em campo, as catarinenses apostavam no ataque e, aos 18, Jéssica fez o segundo.

Fotos: Dirceu Maschio/Assessoria Cuebla.

A logística de importação é difícil?

É natural que o processo logístico de uma compra internacional seja mais complexo que uma compra nacional. Afinal, estão envolvidos culturas, infraestrutura, legislação, tempos e contextos diferentes. Além disso, as diversas etapas do processo diferem do simples embarque e desembarque de uma compra dentro do país. Estão envolvidos, além do transporte internacional, o trânsito no país de origem e a movimentação no país de destino, seja dentro ou fora da zona alfandegada. A forma como se trata cada etapa é o diferencial dos resultados e, quanto mais conhecimento, mais vantagens competitivas são desenvolvidas. Por isso, a participação de um profissional qualificado é tão fundamental. Neste contexto, dois aspectos se destacam e podem ser tratados de forma didática.

Modais de Transporte

A definição do meio de transporte internacional depende de algumas variáveis como a relação geográfica entre os países, a infraestrutura disponível, a quantidade e o valor da mercadoria e a urgência de recebimento. Não existe um meio de transporte melhor que o outro. Existe, sim, o mais adequado dependendo das circunstâncias do negócio. Nem sempre o transporte aéreo é o mais rápido, por exemplo. E conhecendo as dinâmicas dos diferentes países é que percebemos como o Brasil é carente no desenvolvimento logístico. Para se ter uma ideia, o tempo médio de permanência de um container no porto nos Eua é de 48 horas, no Brasil é de 12 dias. Mas, independentemente (meu colega de página Archimedes ficará orgulhoso deste advérbio bem colocado) da precária estrutura nacional, as vantagens podem ser trabalhadas nos detalhes.

Incoterms

Certamente, aqueles que fazem compras nacionais já devem ter tratado de compras FOB ou CIF, considerando o pagamento ou não do frete. Eles fazem parte dos Incoterms que, na verdade, são termos de comércio internacional que definem as responsabilidades logísticas. Afinal, quem paga o deslocamento da fábrica até o porto na origem? E o frete internacional? São os Incoterms que os definem e, por isso, devem ser tratados já na negociação de preços. Devido às diferentes etapas, há 11 Incoterms, sendo o EXW o de maior responsabilidade para o importador, que deve retirar a mercadoria na fábrica do exportador. Outro bem conhecido é o FOB – Free on Board, onde a semântica ajuda bastante o entendimento, já que a responsabilidade do importador começa quando a mercadoria é colocada no navio. A figura abaixo ilustra outro grande conhecido, o CFR – Cost and Freight.

CFRResultados de uma Oportunidade bem Aproveitada

A dificuldade e a complexidade são conceitos que divergem principalmente pelo grau de conhecimento. A logística internacional não é difícil, mas é complexa. A partir do momento em que se tem o domínio da legislação e do contexto no qual se está inserido, a complexidade se torna fácil e os resultados são mais proveitosos. Encontrar uma empresa especializada que dê soluções a cada situação é uma boa alternativa para obter os melhores resultados no mundo dos negócios.

Por ora era isso! Na Zdrowie!

Marcelo Raupp
marcelo.raupp@unq.com.br

O MUNDO DOS NEGÓCIOS

Coluna desta quarta-feira (04) na editoria de Economia sobre a importância do Inglês no mundo dos negócios com o sócio-diretor da UNQ, Renato Barata Gomes.

O MUNDO DOS NEGÓCIOS

coluna renato 04.05.16

Mais de 1 bilhão de pessoas no mundo tem fluência na língua inglesa 
É fato que já vivemos em um mundo globalizado onde o intercâmbio internacional de pessoas e mercadorias é cada vez maior. As tendências de futuro também reforçam o crescimento da globalização e da integração entre os povos. Desta forma, a relação interpessoal e a comunicação passam a ser elementos de sustentação à internacionalização. Hoje apresentamos 3 dicas de como criar atalhos no aprendizado de um segundo idioma, transformando-o em um ativo na carreira profissional.
Dica 1: Mais vale ter fluência em um idioma, do que ter o nível básico em vários

Existem diversos idiomas que são bem difundidos internacionalmente, tais como espanhol, francês, italiano e alemão. Outros, como o Mandarim e o Russo, surgem como emergentes. Entretanto, um deles ainda é, de longe, o idioma mais importante nas relações internacionais. Estamos falando do inglês. Através do inglês, é possível ir à Espanha, França, Itália, Alemanha, China e Rússia, e conseguir sobreviver. Entretanto, se uma pessoa domina o mandarim, mas não o inglês, certamente terá dificuldades em realizar uma viagem de negócios à Europa. De qualquer forma, o mais importante é selecionar um idioma e estudá-lo até atingir a fluência. Dominar um idioma ajudará no aprendizado de novas línguas estrangeiras.

Dica 2: É possível aprender inglês sem gastar muito
Atualmente existem diversas formas de aprender inglês. Conhecendo bem o perfil de aprendizagem, facilita a escolha do tipo de curso mais adequado ao estilo de cada um. Cursos online, rever filmes conhecidos no idioma original com legenda em inglês, buscar canais no Youtube especializados no ensino de idiomas, buscar escolas tradicionais ou professores particulares são algumas opções disponíveis atualmente para o aprendizado.

Dica 3: Intercâmbio cultural, se possível faça um
Muitas passam anos pagando cursos de inglês, mas reclamam não ter feito intercâmbio por ser muito caro. O inglês não é um idioma difícil de se aprender se comparado a outros. Além disso, é uma língua estrangeira que nós brasileiros já estamos expostos desde pequenos. Um intercâmbio de 6 meses já é suficiente para que uma pessoa com nível básico de inglês atinja um nível avançado. Se colocarmos na ponta do lápis, o custo de 6 meses no exterior é provavelmente menos custoso do que o tempo necessário para aprender o inglês no Brasil. Além disso, o intercâmbio cultural possibilita muito mais do que a proficiência em um idioma estrangeiro, ele oportuniza experiências incríveis de vida, amadurecimento e crescimento, tanto profissionalmente, mas mais importante ainda, pessoalmente.